Este é o inicio de uma longa história que teve seu inicio em 2002, quando desconfiei que era hipertensa, consultei o cardiologista, fiz alguns exames de sangue e o exame M.A.P.A, foi confirmado pelo cardiologista que sou hipertensa por estress. Em agosto de 2005, comecei a sentir uma dorzinha na coluna lombar, e não liguei, como trabalho muito tempo sentada, achei que era por este motivo. Mas a dor piorou tanto que eeu não conseguia andar direito. Fui ao neurolista, pensando que era problema de coluna, ele receitou uma medicação para dor, em vez de melhorar, a dor piorou. Minha amiga, me indicou outro médico, e fui, descrevi o que estava sentindo, seu diagnostico: "Não estou preocupado com a sua dor e sim com a sua pressão arterial", ele escreveu uma carta ao cardiologista para investigar a causa da hipertensão (fato que ele não fez em 2002). Fui ao oftalmologista - tudo certo. Fui ao nefrologista, fiz um exame de sangue chamado creatinina, e de imagem, foi constatado que perdi os dois rins. Fui internada as pressas, colocaram um cateter no meu pescoço e comecei a dialisar. Não sabia o que estava acontecendo, pois em cai em um túnel que parecia que nunca teria fim. O nefrologista me explicou que a hemodiálise poderia ser feita por mais ou menos uns 20 anos. Isto que eu chamo de médico otimista, mas para quem ter que fazer a Hemodialise não tem graça nenhuma, é simplesmente uma máquina nos ajudando a sobreviver, e muitas pessoas não tem acesso ao tratamento que pela constistuição é garantida. Como na minha cidade não tinha vaga para fazer a hemodialise, o médico me encaminhou para outra cidade. Quando descobrimos que estamos doentes, a primeira coisa que fazemos é descobrir tudo sobre o problema. E eu descobri o seguinte: que o médico que estava cuidando da hemodialise, me informou que os medicamentos iriam demorar,pelo menos por 3 meses, que ele tinha feito o pedido para a farmacia do Estado solicitando os medicamentos para eu poder fazer o tratamento. Na hemodialise se tira o bom e o ruim do sangue quando é filtrado pela máquina, e cada dia que se passava eu estava piorando. Resolvi procurar outro Nefrologista, que quando comecei relatar a minha história, ele ficava falando que estava tudo errado o tratamento que estava recebendo. Quando ele me informou como seria o meu tratamento, e se prontificando que eu receberia imediatamente as medicações fornecida pelo estado imediatamente. E a partir de novembro de 2005, comecei o tratamento com ele, em três meses houve uma grande melhora.
Após mais de um ano fazendo hemodiálise, eu tive uma Graça, pois a minha irmã se propos em fazer a doação. Hoje em 2010 estou ótima, não dependo da máquina para sobreviver. Eu agradeço diariamente a Graça que obtive, e podem ter certeza que cuido muito bem do meu rim.
Só que eu não sabia o que eu viveria após o transplante, sou uma pessoa privilegiada por ter recebido um rim da minha irmã. A partir de 2007, meu corpo começou a gritar de de tanta dor, eu achei que era normal, pois eu recém operada, com dores no corte. O corte sarou, mas a dor continuou até hoje. Passei por vários médicos, e a colecionar os exames e nada para sugerir o diagnóstico desta dor infernal que tenho. Um médico sugeriu que não sabia o que fazer por mim, então o meu neurologista me indicou o Reumatologista, e como estava tão cansada de relatar as minhas dores a diversos médicos, que resolvi escrever o relato contando tudo que estava sentindo. Quando o médico começou a ler, começou a rir, eu ainda continuava na minha (só esperando), após ter lido o meu relato passou para o exame clinico, bem eu não sabia que o corpo podia ter pontos tão doloridos, quando ele começou apertar eu quase desmaiei de tanta dor, e finalmente fui diagnosticada com Fibromialgia, é uma dor paralisante, você fica impotente diante de um fato invisível, não tem como mostrar a dimensão da dor, por que cada pessoa sente a dor de um modo diferente. Fui medicada com vários medicamentos, e resolveu o problema: absolutamente não. Neste período descobri que estou com facite plantar com dor lombar(Já com encurtamento do tendão nas pernas)tendinite, túnel do carpo e outras coisas mais. Conversei seriamente com o reumatologista sobre uma decisão que tomei, com o seu apoio eu parei de tomar toda medicação para dor, a única que não dispensei foram os remédios para dormir, depressão. O mais duro de tudo, é que muitas pessoas e médicos não acreditam nas dores. A dor que tenho foi desencadeada pelo forte stress que passei, Um dia estava trabalhando e no outro dia estava no hospital fazendo hemodiálise, eu acredito fielmente que algo aconteceu entre o período da descoberta, da indiferença dos médicos, a falta de informações. Cada pedacinho de sentimento/emoção que foram se acumulando neste tempo, eu creio que a minha panela de pressão explodiu quando a minha irmã foi a minha doadora. Não queria que ela passasse por esta provação, este fato me persegue diariamente e rezo sempre para que ela tenha uma ótima saúde. Pois até hoje eu não consegui me livrar do sentimento de culpa que me corroe, mesmo da decisão pertencer a ela. Eu sei que foi de livre espontânea vontade.
Claudia pássei aqui por acaso estava procurando modelos de casaquinhos de trico e olçhe só onde vim parar rsrsrsconincidencia ou não passei por aqui e acredito que não foi por acaso desejo, que Deus abençoe vc e sua irmã grandemente uma estoria com final muito FELIZZZZZZZZZZZ.
Este é o inicio de uma longa história que teve seu inicio em 2002, quando desconfiei que era hipertensa, consultei o cardiologista, fiz alguns exames de sangue e o exame M.A.P.A, foi confirmado pelo cardiologista que sou hipertensa por estress.
ResponderExcluirEm agosto de 2005, comecei a sentir uma dorzinha na coluna lombar, e não liguei, como trabalho muito tempo sentada, achei que era por este motivo.
Mas a dor piorou tanto que eeu não conseguia andar direito.
Fui ao neurolista, pensando que era problema de coluna, ele receitou uma medicação para dor, em vez de melhorar, a dor piorou.
Minha amiga, me indicou outro médico, e fui, descrevi o que estava sentindo, seu diagnostico:
"Não estou preocupado com a sua dor e sim com a sua pressão arterial", ele escreveu uma carta ao cardiologista para investigar a causa da hipertensão (fato que ele não fez em 2002).
Fui ao oftalmologista - tudo certo.
Fui ao nefrologista, fiz um exame de sangue chamado creatinina, e de imagem, foi constatado que perdi os dois rins.
Fui internada as pressas, colocaram um cateter no meu pescoço e comecei a dialisar.
Não sabia o que estava acontecendo, pois em cai em um túnel que parecia que nunca teria fim.
O nefrologista me explicou que a hemodiálise poderia ser feita por mais ou menos uns 20 anos.
Isto que eu chamo de médico otimista, mas para quem ter que fazer a Hemodialise não tem graça nenhuma, é simplesmente uma máquina nos ajudando a sobreviver, e muitas pessoas não tem acesso ao tratamento que pela constistuição é garantida.
Como na minha cidade não tinha vaga para fazer a hemodialise, o médico me encaminhou para outra cidade.
Quando descobrimos que estamos doentes, a primeira coisa que fazemos é descobrir tudo sobre o problema.
E eu descobri o seguinte: que o médico que estava cuidando da hemodialise, me informou que os medicamentos iriam demorar,pelo menos por 3 meses, que ele tinha feito o pedido para a farmacia do Estado solicitando os medicamentos para eu poder fazer o tratamento.
Na hemodialise se tira o bom e o ruim do sangue quando é filtrado pela máquina, e cada dia que se passava eu estava piorando.
Resolvi procurar outro Nefrologista, que quando comecei relatar a minha história, ele ficava falando que estava tudo errado o tratamento que estava recebendo. Quando ele me informou como seria o meu tratamento, e se prontificando que eu receberia imediatamente as medicações fornecida pelo estado imediatamente.
E a partir de novembro de 2005, comecei o tratamento com ele, em três meses houve uma grande melhora.
continua.....
ResponderExcluirApós mais de um ano fazendo hemodiálise, eu tive uma Graça, pois a minha irmã se propos em fazer a doação.
ResponderExcluirHoje em 2010 estou ótima, não dependo da máquina para sobreviver.
Eu agradeço diariamente a Graça que obtive, e podem ter certeza que cuido muito bem do meu rim.
Só que eu não sabia o que eu viveria após o transplante, sou uma pessoa privilegiada por ter recebido um rim da minha irmã. A partir de 2007, meu corpo começou a gritar de de tanta dor, eu achei que era normal, pois eu recém operada, com dores no corte. O corte sarou, mas a dor continuou até hoje. Passei por vários médicos, e a colecionar os exames e nada para sugerir o diagnóstico desta dor infernal que tenho. Um médico sugeriu que não sabia o que fazer por mim, então o meu neurologista me indicou o Reumatologista, e como estava tão cansada de relatar as minhas dores a diversos médicos, que resolvi escrever o relato contando tudo que estava sentindo. Quando o médico começou a ler, começou a rir, eu ainda continuava na minha (só esperando), após ter lido o meu relato passou para o exame clinico, bem eu não sabia que o corpo podia ter pontos tão doloridos, quando ele começou apertar eu quase desmaiei de tanta dor, e finalmente fui diagnosticada com Fibromialgia, é uma dor paralisante, você fica impotente diante de um fato invisível, não tem como mostrar a dimensão da dor, por que cada pessoa sente a dor de um modo diferente. Fui medicada com vários medicamentos, e resolveu o problema: absolutamente não. Neste período descobri que estou com facite plantar com dor lombar(Já com encurtamento do tendão nas pernas)tendinite, túnel do carpo e outras coisas mais. Conversei seriamente com o reumatologista sobre uma decisão que tomei, com o seu apoio eu parei de tomar toda medicação para dor, a única que não dispensei foram os remédios para dormir, depressão. O mais duro de tudo, é que muitas pessoas e médicos não acreditam nas dores. A dor que tenho foi desencadeada pelo forte stress que passei, Um dia estava trabalhando e no outro dia estava no hospital fazendo hemodiálise, eu acredito fielmente que algo aconteceu entre o período da descoberta, da indiferença dos médicos, a falta de informações. Cada pedacinho de sentimento/emoção que foram se acumulando neste tempo, eu creio que a minha panela de pressão explodiu quando a minha irmã foi a minha doadora. Não queria que ela passasse por esta provação, este fato me persegue diariamente e rezo sempre para que ela tenha uma ótima saúde. Pois até hoje eu não consegui me livrar do sentimento de culpa que me corroe, mesmo da decisão pertencer a ela. Eu sei que foi de livre espontânea vontade.
ExcluirClaudia pássei aqui por acaso estava procurando modelos de casaquinhos de trico e olçhe só onde vim parar rsrsrsconincidencia ou não passei por aqui e acredito que não foi por acaso desejo, que Deus abençoe vc e sua irmã grandemente uma estoria com final muito FELIZZZZZZZZZZZ.
ResponderExcluirAbraços